Mix FM completa nove anos em João Pessoa
João Pessoa – Emissora foi a “porta de entrada” para a rede no Nordeste
Uma importante emissora afiliada da Rede Mix de Rádio comemorou nove anos de trabalhos ininterruptos. Trata-se da Mix FM 93.7 de João Pessoa, estação que foi a “porta de entrada” da rede paulista na região Nordeste do país. Inaugurada em 20 de janeiro de 2005, a Mix FM de João Pessoa teve estréia apresentada pela locução de Lui Riveglini, na época gestor de expansão da Rede Mix de Rádio. As inaugurações de afiliadas após João Pessoa já tinham uma abertura oficial padrão, que mudou após a estréia da Mix FM 104.7 de Itapeva, no interior de São Paulo. A Mix FM substituiu a Transamérica na Paraíba.
No ar em 93.7 FM a Mix FM é uma das maiores audiências do rádio paraibano, dividindo espaços com emissoras populares importantes do mercado local. A emissora teve uma aceitação positiva logo no primeiro ano das operações, substituindo a programação também jovem da rede Transamérica que persistia no canal desde dezembro de 1994. Nos primeiros anos em João Pessoa a Mix FM concorreu com a Jovem Pan 2, rádio que ocupava os 101.7 FM do mercado local (hoje canal destinado à jornalística CBN).
A Mix FM João Pessoa foi a primeira afiliada da rede na região Nordeste do país, além de ser um importante marco na expansão da marca para outras cidades brasileiras. Excluindo a matriz da Mix FM sediada em São Paulo, a afiliada de João Pessoa também foi a primeira capital de estado a receber o sinal da rede paulista.
Após a estréia da 93.7 FM na Rede Mix de Rádio, ainda em 2005, a marca passou a contar com a Mix FM 95.5 de Fortaleza e fechou o ano com a estréia em Curitiba. Em 2006 a rede chegou a Belo Horizonte, Brasília e Manaus. Dessas últimas cidades, as capitais mineira e a cearense não contam mais com a Mix FM. Em João Pessoa a Mix FM conta com uma boa cobertura de sinal (chegando às divisas estaduais com Pernambuco e o Rio Grande do Norte), sistema RDS e bom processamento de áudio.
A região Nordeste está contando desde ontem com mais uma afiliada da Rede Mix. O Tudo Rádio noticiou a estreia da Mix FM 93.5 de Aracaju.
FONTE : TUDO RADIO.COM
Abert cobra MiniCom sobre regulamentação da migração das rádios AMs
Brasília - Radiodifusores aguardam regulamentação para migrar rádios AM para FM
O presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Slavieiro, cobrou do Ministério das Comunicações a regulamentação das regras para que as rádios AM possam migrar para a faixa FM, conforme o decreto da Presidência da República de novembro do ano passado. A expectativa era de que o governo publicasse a portaria ministerial regulamentando a migração em janeiro.
O presidente da Abert esteve nesta quarta, 22, reunido com Genildo Lins, que ocupa interinamente o cargo de Ministro das Comunicações, e ouviu que o tema é prioridade do ministério. Segundo ele, Genildo garantiu que a regulamentação deve sair assim que Paulo Bernardo voltar de férias, no começo de fevereiro.
Segundo Slaviero, o objetivo da regulamentação é detalhar as regras de como devem ser apresentados os pedidos de migração, a fim de padronizá-los. Além disso, com todos os pedidos padronizados a Anatel poderá estimar o número de rádios que vão migrar em cada município e verificar onde será necessário usar as faixas 5 e 6.
Os empresários que detêm outorgas para rádios AM veem na migração a chance de recuperarem a audiência e a receita de publicidade que perderam nos últimos anos. Segundo Slaviero, o investimento para a migração será de R$ 80 mil a R$ 100 mil – para a compra de um novo transmissor e antena – e a Abert, assim que a regulamentação estiver concluída, vai buscar linhas de créditos especiais para os pequenos empresários realizarem a migração.
Requerimentos feitos antes da regulamentação podem não valer
Diversas emissoras estão protocolando requerimentos para a migração, na intenção de terem seus pedidos atendidos antes. A iniciativa pode não ter o resultado desejado, já que somente após a regulamentação é que será conhecida a padronização do requerimento. Além disso, muitos radiodifusores estão indicando os canais para onde desejam migrar, sob a alegação de que houve estudos por parte de engenheiros da própria emissora.
De acordo com o advogado especialista em radiodifusão, Rodolfo Moura, do escritório Moura e Ribeiro Advogados Associados, não há previsão se o requerimento feito antes da regulamentação possa valer. “Eu acho válido o protocolo se, na regulamentação, existir algum critério de ordem cronológica, até porque o decreto deu um prazo de um ano a contar de sua publicação. Entretanto, para quem apresentar o pleito agora não há risco. Pode ser apenas que ele venha a ser arquivado no futuro”, explicou.
107 FM muda de programação e nome no interior mineiro
Juiz de Fora – Premium FM tem agora programação voltada ao público adulto
Mudanças no dial de Juiz de Fora, no interior de Minas Gerais. A 107 FM 107.7 está com nova programação. A emissora que tinha programação popular, voltada ao samba e sertanejo, adotou uma linha de segmentação adulta e mudou seu nome para Premium FM.
A mudança ocorreu no final do ano passado. A então 107 FM era uma emissora que focava principalmente o público do segmento popular, mais voltado ao pagode e sertanejo. Com a mudança, a Premium FM está focada em músicas internacionais e nacionais (principalmente MPB) das décadas de 70, 80 e 90.
Com a mudança, o dial de Juiz de Fora ganha mais uma opção de rádio do segmento adulto. A cidade já conta com a Catedral FM 102.3 e a Itatiaia FM 105.3 (esta última emissora musical pertencente à Rede Itatiaia – encabeçada pela Itatiaia FM 95.7 AM 610 de Belo Horizonte).
A cidade, que conta com quase 550 mil habitantes, tem ainda a Sola FM 88.9, Rede Aleluia FM 93.5, Energia FM 96.7 e Cidade FM 100.1, além de ser possível a captação de emissoras da região e algumas do estado do Rio de Janeiro.
Colaboração Fabio Azauri
Os ouvintes da Nativa FM terão a oportunidade de conhecer e conversar com os locutores Jones Mendes, Tonho Prado, Tatá e Galinha neste sábado, dia 25. Das 08h às 16h, os apresentadores estarão no Mercado Municipal de São Paulo em uma ação especial em homenagem ao aniversário da cidade. Direto do local, eles entrarão no ar com flashes ao vivo ao longo de toda a programação contando histórias curiosas da capital paulista. Brindes da rádio também serão distribuídos aos ouvintes, frequentadores e comerciantes. Quem acertar perguntas sobre a cidade ganha prêmios como camiseta, caneta, boné, chaveiro, CD e muitos outros.
O Ministério das Comunicações e a Anatel fiscalizassem 16 rádios comerciais localizadas na cidade de São Paulo, dentre elas a Sulamérica Trânsito. Esta, apesar de ser uma rádio da cidade de Mogi das Cruzes, transmite exclusivamente conteúdos sobre o trânsito da cidade de São Paulo. De acordo com a lei, o deslocamento de antenas de uma cidade para outra só é permitido quando isso for necessário para munir a cidade de origem de um melhor sinal de rádio. O que ocorre, por exemplo, no caso do pico do morro mais alto da região estar em cidades vizinhas. Para que esse deslocamento seja autorizado, a empresa tem que garantir alguns requisitos básicos, como ter um estúdio principal e a maior parte de funcionários na cidade de origem; produzir a maior parte da programação nesse mesmo município; e, é claro, garantir que o sinal de fato chegue aos moradores da cidade para qual a empresa recebeu licença para funcionar. Mas a lógica incorruptível de se obter lucro levou os empresários da comunicação a deslocar a não apenas as antenas, mas também a programação, o estúdio e os funcionários para as cidades vizinhas, roubando dezenas de canais de rádios de municípios que não foram agraciadas com mercados tão robustos. Esses empresários "incorruptíveis" participam de licitações a baixo custo em cidades menores e acabam recebendo canais que custariam bem mais nos lugares onde de fato as rádios estão instaladas. Em relatório da Anatel produzido, a partir da recomendação feita pelo MPF, sobre as rádios fiscalizadas que deslocaram suas antenas na grande São Paulo, apenas 16 não cumpriam os requisitos básicos para tal.
São elas: Bandeirantes (FM 90,9) de Itanhaém, Sulamérica Trânsito (FM 92,1) de Mogi das Cruzes, Nativa (FM 95,3) e Mix (FM 106,3) de Diadema, Tupi (FM 104,1) de Guarulhos, Terra (FM 97,3) de Atibaia, Sê tu uma benção (FM 98,1) de Itatiba, Expressão/Nossa Rádio (FM 106,9) e Scalla/ Kiss (FM 102,1) do Arujá, 89 ( A rádio Rock) (FM 89,1) e Alpha (FM 101,7) de Osasco, 106 Love (FM 105,7) e Tropical (FM 107,9) de Itapecerica da Serra, Energia 97 (FM 97,7) e Rede Aleluia de rádio (FM 99,5) de Santo André e Vida (FM 96,5) de São José dos Campos.
Nenhuma dessas rádios atende plenamente aos requisitos mínimos estabelecidos pela lei. Nem mesmo o suposto objetivo fim do deslocamento da antena se verifica, pois apenas duas rádios fazem seu sinal chegar ao local de origem da licença e, mesmo assim, com programas inteiramente produzidos em outra cidade. E como essas empresas conseguiram burlar por tanto tempo a lei?
Algum funcionário público recebeu propina para não ver as irregularidades? Não, desta vez a corrupção está centralmente no setor privado. O Estado, por sua vez, omite-se completamente de fiscalizar o cumprimento das regras que visam a preservar o interesse público, pois uma única fiscalização revelou todo o problema. O Ministério das Comunicações e a Anatel simplesmente não se sentem na obrigação de fiscalizar as empresas privadas. Eles só o fazem se provocados pelo MPF ou por outro organismo independente. Segundo a coordenadora do Grupo de Trabalho de Radiodifusão Comercial do Ministério das Comunicações, Denise de Oliveira, isso acontece para evitar a caracterização de perseguição política. Em outras palavras, para evitar constrangimentos entre os donos da mídia e o governo. Com essa postura, cidades inteiras passam décadas sem usufruir de um recurso natural que lhes é de direito. O relatório da Anatel recomenda um prazo de 270 dias (8 meses) para correção das irregularidades sob pena de suspensão do serviço. Um prazo generoso e bem diferente ao dado para as rádios comunitárias irregulares, que têm seus equipamentos apreendidos e seus integrantes presos por tentar se comunicar. Para elas, não há qualquer prazo para defesa ou adequações. Duas das rádios comerciais citadas no relatório da Anatel obstruíam a fiscalização impedindo sua conclusão. Até agora, não se tem notícia de que a Polícia Federal tenha sido acionada para intervir. O governo precisa fazer a sua parte e deixar de ser omisso. O MPF já enviou nova recomendação pedindo que a fiscalização realizada em São Paulo se repita em todo o país, a começar pelas capitais. Cabe ao Ministério das Comunicações a decisão de defender o interesse público ou de se juntar aos demais, no banco dos réus. Pedro Ekman é integrante da Coordenação Executiva do Intervozes.
Matéria de Pedro Ekman, é integrante da Coordenação Executiva do Intervozes.
FONTE : Carta Capital
Novo programa apresentado por Leonardo Bertozzi será exclusivo na web rádio da ESPN
Comentarista dos canais ESPN desde 2009, Leonardo Bertozzi encara novo desafio a partir desta quinta-feira, 23. Ele foi escalado para comandar o ‘ESPN FC’, novo programa exclusivo da web rádio da marca no país (espn.com.br/radio) que trará a cada edição – semanal – um profissional ligado ao esporte para ser entrevistado.
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O primeiro a participar da atração será o jornalista Dassler Marques, que mantém o blog ‘Prata da Casa’ hospedado pelo Portal Terra. Colaborador do canal Bandsports e da revista Placar e com passagens por Folha de S. Paulo, Trivela e Máquina do Esporte, o profissional se dedica à cobertura do futebol de base. Na atração da Rádio ESPN, o principal tema será a Copa São Paulo de Futebol Júnior.
Em sua página no Facebook, Bertozzi anunciou que o objetivo do ‘ESPN FC’ será discutir assuntos atuais que envolvam as mais diversas modalidades esportivas. “Debateremos a fundo os temas do noticiário esportivo da semana, com a participação de convidados especiais”, publicou o jornalista que segue na equipe da ESPN na TV e no projeto da emissora em parceria com a Rádio Capital.
FONTE : Redação Comunique-se
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