Paulo Abreu passa a ser sócio majoritário do Diários Associados no Rio de Janeiro
Informações extraoficiais de que o presidente da Rede Mundial, Paulo Abreu, adquiriu uma parte do grupo Diários Associados do Rio de Janeiro, tornando-se, assim, sócio majoritário do grupo. Ainda não houve qualquer confirmação oficial sobre a operação, porém, fontes cariocas confirmam a transação.
o acordo já estaria fechado e aguardando apenas os trâmites burocráticos para serem oficializados e divulgados. Uma das questões que ainda está sendo discutida é com relação aos salários e demais encargos trabalhistas que estão em atraso.
Vale ressaltar que a Rede Mundial de Comunicações já esteve em litígio com o Diários Associados devido ao uso do nome Tupi FM na capital paulista. Por este motivo, o grupo paulista teve que alterar o nome de Tupi FM para Top FM, emissora que na capital paulista opera em 104.1 FM.
Além da Top FM, a Rede Mundial também controla a rede liderada pela Kiss FM 102.1 de São Paulo. Nesta sexta-feira o tudoradio.com noticiou com exclusividade que a Kiss FM 91.9 do Rio de Janeiro voltou a operar com ótima qualidade de sinal em todo o Grande Rio usando, inclusive, o sistema RDS.
Com a confirmação da negociação, existe a possibilidade de a marca Tupi FM retornar à capital paulista, que além de operar em 104.1 FM, também foi transmitida em 1150 AM (frequência que abriga a Super Rádio, oriunda da marca Super Rádio Tupi). Também fica a expectativa da Kiss FM 91.9 (que retornou recentemente ao Rio de Janeiro) ocupar o estúdio de onde era transmitida a Nativa FM na capital fluminense.
Comissão da Câmara dos Deputados aprova uso de carteira de radialista como prova de identidade
A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público aprovou proposta que admite a carteira de radialista como prova de identidade em todo o território nacional. Conforme o texto aprovado, a carteira profissional deve ser emitida pelo sindicato da categoria e, onde não houver sindicato, a carteira poderá ser emitida por federação devidamente credenciada e registrada junto ao Ministério do Trabalho. Para ter validade, o documento deverá seguir modelo padrão e conter dados pessoais, fotografia, número de série, entre outros elementos. O radialista não sindicalizado poderá ter carteira de radialista, desde que seja habilitado e registrado perante o órgão regional do Ministério do Trabalho.
A medida foi aprovada conforme parecer apresentado pelo deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA) ao Projeto de Lei 458/15, do deputado Andre Moura (PSC-SE), e outros apensados. A proposta altera a Lei nº 6.615, de 16 de dezembro de 1978, que regulamentar a profissão de radialista.
“A legislação pátria já regulamentou a competência da Federação Nacional dos Jornalistas para emitir carteira de identidade profissional. Não vemos por que razão tal medida não possa ser estendida aos radialistas”, afirma Daniel Almeida.
A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
TV NACIONAL
Morreu a atriz e escritora Vida Alves, pioneira da televisão brasileira
Morreu a atriz e escritora Vida Alves, pioneira da televisão brasileira, aos 88 anos de idade na noite desta terça-feira. A noticia foi dada em primeira mão pelo Jornal da Globo.
Vida teve falência múltipla de órgãos e ficou marcada na história da TV brasileira ao protagonizar o primeiro beijo gay da teledramaturgia na década de 60. E não parou por aí, antes Vida já havia roubado os holofotes ao dar o primeiro beijo na boca da nossa TV nos anos 50.
Vida foi entrevistada pelo G1 em 2014, devido ao capítulo final da novela “Amor à vida”, em que Niko (Thiago Fragoso) e Félix (Mateus Solano) protagonizaram o primeiro beijo gay em novelas da Globo. Ela se disse orgulhosa de ter seu trabalho lembrado após a novela e ter ficado emocionada ao saber que pessoas comemorarm a cena nos bares. “Foi suave, romântica e leve”.
O primeiro beijo da TV brasileira foi na novela “Sua vida me pertence”, de 1951, na emissora Tupi. O par romântico dela era Walter Forster, que também era diretor. O pudor era tão grande, lembra Vida, que o fotógrafo da Tupi não registrou o momento do beijo – ela diz que o profissional considerou que, de qualquer forma, a imagem não seria publicada na imprensa da época.



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