quarta-feira, 10 de abril de 2013

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Paulinho Leite visita rádio em São Paulo





Paulinho Leite, o "velhomilk" das FMs paulistanas, participou essa semana do programa comandado por José Nello Marques naSuper Rádio Tupi (AM 1.150 kHz - São Paulo/SP). Ciceroneado pelo amigo, o também radialista Fernando Gasparetto, Paulinho Leite está há 21 anos na Organização Mundial da Saúde, em Washington e falou muito sobre o rádio americano. A líder de audiência lá é uma FM de notícias.

FONTE  :BASTIDORESDORADIO

Projeto prevê que Voz do Brasil deverá respeitar horário local do ouvinte

Brasília – Deputado Rogério Carvalho aponta distorção no horário atual de transmissão

Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei 3612/12, do deputado Rogério Carvalho (PT-SE), que altera o Código Brasileiro de Telecomunicações para estabelecer que o programa a Voz do Brasil seja veiculado de acordo com o horário local do ouvinte. Atualmente, o programa é veiculado em todo o País às 19 horas de Brasília. Ou seja, vai ao ar uma ou duas horas mais cedo nos estados que têm fuso horário diferente ou que não adotam o horário de verão.
O autor do projeto lembra que essas informações permitem aos conselhos municipais de saúde e educação acompanhar a aplicação e uso desses recursos. “A Voz do Brasil desempenha um papel fundamental de integração nacional em comunidades longínquas, divulgando, por exemplo, informações sobre recursos liberados pela União”, explica Carvalho. 
 
O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Um requerimento para incluir o projeto na pauta de votação desta quarta-feira foi rejeitado. 
 
Segundo o projeto, o objeto é o de resguardar o caráter social e político de integração nacional promovido pelo programa A Voz do Brasil. Por isso, o projeto determina que os horários de início e término do programa deverão observar o horário local do ouvinte.
 
O projeto vai à contramão do projeto que visa flexibilizar o horário da transmissão do programa governamental. Os radiodifusores aguardam a aprovação do projeto para terem a liberdade de transmitir a programação de suas rádios no rádio das 19h às 20h de segunda a sexta-feira e, consequentemente, a transmissão do programa do governo em horário alternativo.
 
Vários requerimentos foram apresentados para que o projeto que flexibiliza a transmissão entrasse na pauta de votação e os pedidos foram rejeitados. Segundo a Associação das Emissoras de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo (Aesp), Rodrigo Neves, o jornalismo de prestação de serviços pode ser muito útil e a programação musical pode entreter. Neves diz que 80% da bancada deverão votar pela flexibilização, mas a adesão tem que ser cobrada junto aos deputados.

Comissão da Câmara dos Deputados pode analisar criação de carteira nacional do radialista

Brasília – Proposta foi apresentada no mês passada e segue esperando tramitação

O projeto de lei 1005/2007, que cria a "carteira nacional de radialista" de autoria da deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB/RS), teve parecer favorável à aprovação da proposta na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJ)da Câmara dos Deputados pelo relator do projeto, deputado João Campos. O documento dispõe que o documento de identidade da categoria passe a ter validade em todo o território nacional, sendo emitida pela Federação dos Radialistas (Fitert), por meio dos sindicatos filiados.
A proposta, de autoria da deputada federal Manuela D´Ávila (PCdoB/RS), dispõe que o documento de identidade da categoria passe a ter validade em todo o território nacional, sendo emitida pela Federação dos Radialistas (Fitert), por meio dos sindicatos filiados. O principal argumento utilizado pelo relator para recomendar a aprovação do projeto de lei é o princípio de equiparação a outras categorias profissionais regulamentadas por lei que já desfrutam desse direito, inclusive os jornalistas, que desde 1982 têm reconhecida a carteira de identidade profissional como documento válido em todo o país e para todos os fins.
 
A falta do reconhecimento da identidade profissional do radialista traz uma série de dificuldades aos profissionais no exercício cotidiano de suas atividades, especialmente no credenciamento para eventos esportivos e oficiais. A Fitert e os sindicatos estaduais filiados à entidade lutam para que a carteira de identificação profissional seja aprovada o mais rápido possível a fim de evitar transtornos aos radialistas durante a cobertura da Copa do Mundo e das Olimpíadas. 
 
Para isso, os dirigentes sindicais da categoria já estão se mobilizando, em seus respectivos estados, para atuar junto aos seus parlamentares que integram a CCJ visando garantir a aprovação do projeto, que tramita em regime de análise conclusiva, ou seja, não precisa ser votado no plenário da Câmara. Assim, se o PL for aprovado na CCJ vai direto ao Senado.
 
O deputado João Campos destaca no texto que “o projeto ora em debate deve prosperar”, tendo em vista que tem “o fundamento de equiparação a outras categorias profissionais regulamentadas por lei que já desfrutam de tal direito, notadamente a categoria dos jornalistas, que inclusive é categoria coirmã dos radialistas”.
 
Com informações do site do Sindicato dos Radialistas do Rio de Janeiro

FONTE : TUDO RADIO.COM

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