Atenção radialistas acostumados com o IBOPE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística), até então, único instituto que realizava pesquisas sobre audiência do rádio brasileiro. Agora, nos deparamos com a seguinte informação:
O instituto de pesquisas Escutec acaba de concluir sua mais recente aferição de audiência e hábitos básicos dos ouvintes de rádio FM da Ilha de São Luís-Maranhão.
A Escutec é uma empresa filiada à ABEP (Associação Brasileira de Pesquisas), atua no mercado desde 1998 e é tida hoje como a mais fiel referência em pesquisas de opinião no mercado regional. A empresa goza de uma irretocável reputação, principalmente devido aos repetidos casos de acertos precisos nas previsões eleitorais dos últimos anos.
Esta pesquisa surge como fiel balizador do mercado publicitário maranhense, dando ao meio rádio uma excelente ferramenta gerencial.
Foram ouvidos aproximadamente mil e duzentas pessoas, o correspondente a 1% do somatório populacional das quatro cidades que integram a Ilha: São Luís (capital), São José de Ribamar, Raposa e Paço do Lumiar). Esse público foi submetido a um filtro e resultou em 911 pessoas que têm o hábito de ouvir rádio FM, sobre as quais se desenrolou a presente pesquisa.
São apontadas algumas novidades no hábito de ouvir rádio dos maranhenses, há um crescimento do meio, se comparado à pesquisa passada, e o ranking de audiência das rádios locais é apresentado com os respectivos percentuais de participação de cada emissora.
Destaque para o quadro de estabilização que a líder de audiência passa a experimentar, distanciando muito das demais rádios populares da Ilha, seguida apenas pela única rádio que cobre o segmento jovem na Ilha.
Desta forma, o instituto de pesquisas Escutec disponibiliza a pesquisa na íntegra para a imprensa especializada. Confira a pesquisa completa CLICANDO AQUI. (formato PDF)
Quem sabe, num futuro próximo, as grandes emissoras de rádio comecem a pedir pesquisas deste instituto (ESCUTEC), para que não tenhamos o resultado de audiência sendo divulgado por apenas um instituto. Seria interessante.
VISITE: www.escutec.com
Rádio Globo comemora aniversário de Santo André
Neste sábado, dia 6 de abril, o programa Manhã da Globo, comandado pelo comunicador Laércio Maciel (foto), será apresentado ao vivo direto da Praça do Carmo, no município de Santo André.
Esta importante cidade do ABC paulista completa 460 anos na segunda-feira, dia 8, e a Rádio Globo antecipa a festa e convida todos os ouvintes para curtirem as atrações. Entre elas, as presenças do ginasta Diego Hypólito, dos comentaristas da Globo, Zé Elias e Carol Costa e do tradicional grupo musical Demônios da Garoa.
É neste sábado (6), a partir das 10h da manhã.
VISITE AQUI o site da Rádio Globo.
Band esclarece fim da rádio de esportes em Porto Alegre
O Grupo Bandeirantes tem investido bastante no rádio esportivo brasileiro. Não à toa, criou a Rádio Esportes nas capitais Belo Horizonte, Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, as duas últimas com naming rights do Bradesco.
Entretanto, a filial da capital gaúcha encerrou as suas atividades antes mesmo de completar um ano de vida. A emissora nasceu com uma parceria estabelecida entre o Grupo Bandeirantes de Comunicação e o Grupo Bel, mas agora encontrou o seu fim.
A Band se pronunciou oficialmente para esclarecer o fechamento e fez questão de dizer que a praça não tinha acordo de naming rights com o Bradesco:
“A rádio Esportes FM de Porto Alegre foi criada com o intuito de fazer uma cobertura esportiva 24h, até então inédita na região. A emissora, veiculada em caráter experimental, nunca esteve vinculada a nenhuma instituição em esquema de naming right. A Bradesco Esportes FM existe e sempre existiu apenas nas praças de São Paulo e Rio de Janeiro.”
FONTE: adNEWS
Colaboração: Emilcio Rogérico Zuliani
Anatel abre consulta pública sobre mudanças no Plano Básico de Distribuição de Canais
Brasília - Mudanças em canais de rádio FM entra na pauta da Anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) abriu nesta quinta-feira consulta pública para discutir a Proposta de alteração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Radiodifusão Sonora em Frequência Modulada (PBFM).Entre os objetivos das revisões, segundo a Agência, está o de garantir "uso racional e econômico do espectro de frequências". A Anatel ressalta que a aprovação de parte da proposta de alteração está condicionada, além dos comentários obtidos na consulta, à anuência de Administrações dos Estados Partes do Mercosul.
O texto completo da proposta foi postado no site da Anatel nesta quinta-feira, porém, o acesso ao documento não era possível pois o site estava sobrecarregado. As contribuições e sugestões devem ser encaminhadas, preferencialmente, por meio de formulário eletrônico, até 24h do dia 10 de maio. Manifestações por carta ou fax também serão aceitas, até 17h do dia 3 de maio.
No ano passado, o Ministério das Comunicações abriu consulta pública para receber sugestões sobre as regras para os pedidos de mudança de potência que resultem em alteração de classe feitos pelas emissoras de radiodifusão. O diretor do Departamento de Outorga de Serviços de Comunicação do MiniCom, Dermeval da Silva Junior, disse que o texto em consulta visava aprimorar a regulamentação já existente, diminuindo a burocracia e tornando mais claras as regras para a mudança de classe.
Ele explicou ainda que a licitação é um pré-requisito para a outorga dos serviços de radiodifusão comercial. Durante o processo, é estabelecido um valor mínimo da outorga, que varia de acordo com a frequência e a área de cobertura pretendidas. Quando uma entidade muda de uma classe de potência para outra, é como se ela mudasse a condição de outorga que tinha originalmente. “Quando você aumenta a cobertura, é uma outra situação que, se tivesse sido colocada na licitação, geraria outros tipos de ofertas com valores maiores aos ofertados”, detalha o diretor.
Em janeiro, a agência lançou uma consulta pública semelhante, visando as emissoras que operam em Ondas Médias. Os assuntos que estiveram em pauta foram o uso racional e econômico do espectro de frequências, inclusive pela utilização da potência mínima necessária para assegurar, economicamente, um serviço de boa qualidade à área a que se destina; o impacto econômico das alterações propostas; e as condições específicas de propagação. A consulta terminou no dia 1º de março.
Colaboração Diorgenes Lopes e Daniel Starck
Ministro das Comunicações afirma que regulação da mídia não é prioridade para este ano
Brasília – Paulo Bernardo disse que alvo é investimento na infraestrutura em telecomunicações
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que é pouco favorável àregulação da mídia. Ele deixou claro ainda que o projeto que cria o marco regulatório só poderá regular serviços públicos sob o regime de concessão, como rádio e televisão, e não internet e jornais, que não contam com a concessão pública.
O ministro evitou o embate com a presidente Dilma Rousseff, que seria contrária ao projeto de regulamentação dos meios de comunicação, e avaliou que ela poderia discutir o projeto caso lhe fosse apresentado. "Se tivermos o projeto e levar, ela vai avaliar", disse Bernardo, que elogiou um estudo feito sobre o tema pelo ex-ministro da Secretaria de Comunicação Social, Franklin Martins, e disse que o documento será aproveitado em um possível projeto.
O ministro reafirmou ser pouco favorável à regulamentação da mídia "como qualquer outro segmento" e "nos termos do que prevê a Constituição Federal", mas alertou que as discussões e um possível projeto sobre o assunto polêmico não são prioridade para este ano no governo. "Nós não conseguimos priorizar o tema nos últimos dois anos e me perguntaram se será prioridade agora. Esse ano a prioridade é um grande plano de investimento em infraestrutura em telecomunicações", disse o ministro.
Bernardo deixou claro que o marco só poderá regular serviços públicos sob o regime de concessão, como rádio e televisão, e não internet, rádio e jornais. "Mas sou a favor de uma lei para regular o direito de resposta, que, aliás, foi o principal componente na regulamentação ocorrida na Grã-Bretanha aprovada no mês passado", exemplificou. "A Constituição não permite censura e garante livre expressão", completou.
O ministro avaliou ainda a necessidade de se discutir a questão de oligopólios no setor de comunicações, mas considerou que, no Brasil "as grandes redes pertencem a muitos donos e não é o mesmo problema da Argentina", numa referência à intervenção do governo daquele país Grupo Clarín. "A característica daqui é diferente da Argentina. A disputa lá foi porque de fato o grupo tinha quase 100 licenças de TV por assinatura e outras", disse. "Aqui cada grupo pode ter cinco concessões de TV, quatro de rádios AM e seis de FM e só uma lei vai definir para restringir, para garantir ou ampliar esses direitos", concluiu.
Fonte: Portal Exame
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