sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

WEB NEWS NO AR DO RADIO PARA O RADIO DO BRASIL

Figueiredo Junior deixa Super Rádio AM de SP




O jornalista, radialista e apresentador Figueiredo Junior (foto), deixou, na sexta-feira dia 5 de fevereiro,  a Super Rádio (AM 1.150 kHz - São Paulo/SP), onde apresentava seu programa nos finais de tarde, a partir das 17 h.

O comunicador deixa o Grupo CBS após 4 anos, ou melhor, somando suas três passagens pela Tupi FM (atual TOP), Tupi AM, Iguatemi AM e Super Rádio, foram 11 anos trabalhando no grupo.

"Saio em paz para cuidar da minha agência de publicidade e produtora, me dedicar ao meu programa "Compartilha Brasil", que é exibidos aos sábados pela PlayTV, às 7h da manhã e para um novo horizonte no rádio", revela Figueiredo Junior.

Agradeço ao Paulo Abreu e sigo em frente para fazer o o rádio do bem, onde posso ajudar as pessoas", completa o jornalista.



Conselho de Comunicação analisará migração de rádios AM para a faixa FM em Brasília




O Conselho de Comunicação Social do Congresso vai se reunir nesta segunda-feira (15), às 9h, para um seminário onde será discutida a migração das rádios AM para a FM no Brasil. Várias autoridades do meio foram convidadas para a reunião, entre eles, o ministro das Comunicações, André Figueiredo. Além disso, às 14 horas, haverá reunião ordinária, quando outros assuntos relacionados às comunicações também serão discutidos.
 
A qualidade de áudio superior e a facilidade de sintonia têm levado as emissoras a optar pelo espectro da Frequência Modulada (FM), o que tem mudado o perfil do setor de radiodifusão nacional. Além disso, vem diminuindo a oferta de aparelhos com receptores AM. O decreto autorizando a migração das estações foi assinado pela presidente Dilma Rousseff em 7 de novembro de 2013.
 
No debate de segunda-feira, os integrantes do conselho - criado pela Constituição de 1988 para atuar como órgão consultivo do Congresso Nacional - e convidados devem avaliar também a falta de espaços disponíveis na modalidade de frequência FM para as novas emissoras que estão chegando e ainda os valores a serem pagos para a mudança de faixa. Foram convidados o ministro das Comunicações, André Peixoto Figueiredo Lima; o presidente da Agência Nacional de Telecomunicações, João Batista de Rezende; o presidente da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert), Daniel Slavieiro; e a representante do grupo de pesquisadores de radiodifusão da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom), Nélia Del Bianco.
 
Às 14h, o Conselho se reunirá novamente para uma reunião ordinária. Na pauta, está a formação de duas comissões de relatoria: uma sobre a concentração dos meios de comunicação no Brasil e outra para discutir os processos de concessão de serviços de radiodifusão. Temas como a violência contra os profissionais de comunicação e os efeitos da crise econômica sobre a comunicação social também vão ser discutidos.

Torre do Aeroporto de Congonhas (SP) fica “muda” após interferência de uma rádio pirata


Resultado de imagem para Torre do Aeroporto de Congonhas (SP)


A pirataria no rádio de São Paulo continua em pauta em alguns dos principais veículos de notícias do país. Além da reportagem publicada hoje (11) pelo Tudo Rádio com a denúncia da Rádio Bandeirantes FM 90.9 AM 840 sobre “empresas que financiam rádios piratas e aliciam estrangeiros”, está em pauta a interferência causada por uma emissora clandestina que deixou “muda” a torre de controle do Aeroporto de Congonhas, um dos principais do país. O fato aconteceu na última sexta-feira (5), pré-carnaval. Segundo informações do jornal Metro, a torre ficou sem comunicação por cerca de 15 minutos.
 
Geralmente são relatadas interferências na comunicação entre aeronaves e a torre de controle do Aeroporto de Cumbica, localizado próximo à áreas com grande concentração de FMs clandestinas (como a famosa Mata Fria, localizada na Serra da Cantareira, em Mairiporã). Porém as áreas mais centrais de São Paulo também contam com um espectro FM “sujo” pela interferência de muitas estações piratas. E uma delas, com cerca de 1kw de potência (alcance de mais de 50km), interrompeu os serviços da torre do Aeroporto de Congonhas na última sexta-feira (5).
 
Segundo o jornal Metro, foram 15 minutos quase sem nenhum contato entre a torre e as aeronaves, até que as torres de controle e os aviões conseguissem alterar o canal de comunicação e escapar da interferência provocada pela rádio pirata. Congonhas está localizado no distrito de Campo Belo, zona sul paulistana, distante cerca de 8km do centro da capital. A área no entorno do aeroporto é densamente povoada e Congonhas é atualmente o terceiro maior terminal em movimento no Brasil.
 
Ainda segundo o Metro e a Rádio Bandeirantes, há uma semana, a Anatel anunciou uma força tarefa, juntamente com o Ministério Público e a Polícia Federal e prometeu tirar do ar as rádios piratas e responsabilizar quem explora essas emissoras clandestinas.   


Anatel vai investigar empresas que financiam rádios que operam sem autorização em São Paulo




Empresas que “financiam” rádios piratas em São Paulo começaram a ser identificadas e a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) garante que todos os envolvidos serão responsabilizados. A denúncia foi feita por meio de reportagem exibida pela Rádio Bandeirantes FM 90.9 AM 840 de São Paulo.
 
"Nós vamos disparar uma ação de fiscalização, de uma força-tarefa, que fará o monitoramento na região que foi denunciada. Nós estamos autuando os patrocinadores da rádio com o proposito de reduzir o aporte econômico e excluir a possibilidade de ela se manter funcionando", disse o gerente da agência, Sandro Almeida Ramos.
 
A Rádio Bandeirantes revelou que emissoras clandestinas estão sendo usadas para aliciar bolivianos submetidos a trabalho escravo. A Anatel já está rastreando transmissões para tentar encontrar também donos de empresas que anunciam nas rádios piratas. Os anúncios vão de celulares e computadores a máquinas de costura e tratamento dentário – muitas vezes com endereço indicado. 
 
A reportagem também localizou o dentista boliviano que faz propaganda em uma das rádios piratas, a “Natural FM”. André Serrano confirmou que paga por anúncios, mas, ao ser informado que poderia ser responsabilizado, disse que mandaria “tirar a propaganda”.
 
Além disso, segundo reportagem, donos de rádios supostamente clandestinas estão envolvidos no esquema para facilitar a entrada ilegal de bolivianos em São Paulo. Ao todo, são 14 emissoras clandestinas com programação dirigida à comunidade de imigrantes em pleno funcionamento na capital paulista.
 
Localizado pela Rádio Bandeirantes, o dono de uma delas, a Gigante FM, admitiu que a emissora localizada no Brás é usada para aliciar trabalhadores do país vizinho.
 
Os bolivianos são trazidos para trabalhar em oficinas de costura não legalizadas e, muitas vezes, acabam tratados quase como escravos. "Na rádio, a gente já trabalha com algumas empresas de São Paulo que sempre estão procurando pessoas", disse o homem, que se identifica com o Andrés. 
 
Os locutores fazem um discurso “catequizante” e sugerem que os imigrantes valorizem os proprietários de confecções porque eles oferecem trabalho. Questionado se a estratégia funcionava, ele foi enfático na resposta afirmativa. "Isso nunca vai parar. Todo dia tem muita gente vindo para cá."
 

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