Uma das FMs mais antigas do estado de São Paulo completa 43 anos
Araras – Fraternidade FM comemora 43 anos no ar de forma ininterrupta
Uma das primeiras emissoras do estado de São Paulo a entrar no ar e que ainda está em operação comemora seu aniversário de 43 anos no final deste mês. A Fraternidade FM 97.9 de Araras, cidade que fica na região de Rio Claro, entrou no ar no dia 27 de abril de 1971. Atualmente, a Fraternidade FM tem uma programação voltada ao público jovem e abrange uma das principais regiões do estado.
A rádio Fraternidade FM foi a terceira rádio FM a ser instalada no estado de São Paulo. De acordo com a história da rádio, quando ela entrou no ar, na região existia apenas a Andorinha FM de Campinas. A dificuldade da rádio em se popularizar era grande, pois haviam poucos receptores de FM no Brasil. Com isso, um grupo de empresários de Araras instalou no município uma fábrica de rádios com recepção FM.
Em 1996, a direção da Fraternidade FM adquiriu uma concessão AM que pertencia à Rádio Centenário de Araras. A rádio recebeu diversos investimentos sendo que, entre eles, teve seus equipamentos atualizados, a programação foi modificada, surgindo então a Fraternidade AM 1500 de Araras.
A emissora tem grande penetração na região, sendo captada inclusive em Campinas, cidade que está há cerca de 70 quilômetros de Araras e na região de Piracicaba.
Ótima FM completou quatro anos no ar na região de Taubaté no último dia 5
Pindamonhangaba – Emissora entrou no ar no dia 5 de abril de 2010 no Vale do Paraíba
A Ótima FM 94.5 de Pindamonhangaba, cidade localizada na região conhecida como Vale do Paraíba, no interior paulista, comemorou seu quarto aniversário no início do mês. A emissora entrou no ar definitivamente no dia 5 de abril de 2010, passando a ser mais uma opção eclética para o mercado radiofônico da região.
Antes de ser adquirida pelo empresário e apresentador de TV Celso Portioli, a emissora foi uma das afiliadas da Metropolitana FM 98.5 de São Paulo, que foi a sucessora da então 94 FM. Para a estreia da Ótima FM, o empresário montou uma equipe formada por nomes conhecidos no mercado de São Paulo, como Cláudia Martthins e Paulo Rosa (que ainda permanecem na emissora) além de profissionais com passagens por rádios da região.
A Ótima FM é uma das principais opções de programação eclética no Vale do Paraíba e concorre com rádios como Metropolitana FM 101.9 de Taubaté, Metropolitana FM 99.1 de Guaratinguetá, Transamérica Hits FM 102.3 de Lorena, 90,9 FM 90.9 de Aparecida, entre outras. A disputa pelo mercado jovem de Taubaté-Pindamonhangaba segue entre Jovem Pan FM 98.3 e 99 FM 99.9.
O Vale do Paraíba também conta com emissoras voltadas ao público adulto-contemporâneo que são ativas em relação ao jornalismo e informações sobre a movimentação nas estradas que cortam a região. Os ouvintes desse segmento podem ouvir a Antena 1 FM 89.3 de São José dos Campos, a ConectCar SP Rio FM 90.7 (concessão de Salesópolis) e a Band Vale FM 102.9 de Campos do Jordão.
Em novembro do ano passado, a marca também chegou ao mercado de São José dos Campos. Operando em 90.3, a Ótima FM está ocupando um dos canais mais abrangentes do estado. A frequência abrigou a Planeta Diário FM, que deixou o dial em 2011, sendo substituída pela SP Rio FM. Pouco mais de um ano, a SP Rio FM mudou para FM 90.7 e a frequência passou a ser afiliada da Rede do Bem.
Rádio Brasil deixa de transmitir futebol em Campinas
Campinas – Emissora passa a retransmitir jogos em rede com a Jovem Pan AM de São Paulo
A Rádio Brasil AM 1270 de Campinas encerrou suas transmissões esportivas. A emissora que contava com grande tradição na cobertura de eventos esportivos, vai retransmitir as partidas de futebol da Jovem Pan AM 620 de São Paulo. A emissora também desfez sua equipe de atuava na cobertura dos jogos.
A "Equipe Campeoníssima", como era conhecida, contava com Claudinei Corsi, Livia Campos, Paulo Vitor Prado, Daniel Lessa, Jose Luiz Carbone, entre outros. Essa equipe fazia a cobertura dos principais times da cidade (Ponte Preta e Guarani), além de informações das demais equipes.
Após o anúncio da decisão, houve grande comoção por parte dos ouvintes e de profissionais de outras emissoras. Apesar de deixar de fazer as transmissões regionais, a rádio é uma das afiliadas da Rede Jovem Pan Sat e vai manter seus horários de jogos seguindo o padrão da rede paulistana.
Contando com grande tradição no interior paulista, a Rádio Brasil foi muito comentada neste final de semana devido a morte do narrador esportivo Luciano do Valle. A rádio é citada como a primeira rádio que o jornalista atuou, aos 16 anos.
Com informações do Bastidores do Rádio.
Adriano Barbiero está de aniversário
Com passagens pelas rádios América, Trianon, ABC, Clube B2 (Curitiba-PR), Eldorado AM (Curitiba-PR) e Capital AM, atualmente está na Rádio 9 de Julho (AM 1.600 kHz - São Paulo/SP), de segunda a sábado, das 5h30 às 7h da manhã, onde apresenta o programa Acorda Brasil.
Livro: Histórias que o Rádio não contou
O livro "Histórias que o Rádio não contou" será lançado em breve pela livraria PAULUS.
Sem a pretensão de contar a história do Rádio brasileiro, porém, após vários anos de pesquisas, estudos, palestras, entrevistas, Reynaldo C. Tavares (foto), compilou dados que interessam diretamente aos antigos e atuais profissionais do Rádio, estudantes, professores, alunos e público em geral, uma vez que não há por parte do autor, a intenção em produzir um "Best Seller".
A obra de Tavares é de consulta e saudades, já que o livro foi concebido desde o invento, a criação e sua implantação no Brasil e no mundo, desmistificando uma polêmica que, até há pouco tempo, creditava esse invento ao físico Italiano Guglelmo Marconi, quando, na verdade, essa glória comprovadamente pertence a um padre brasileiro, Roberto Landell de Moura, gaúcho, nascido em Porto Alegre, no dia 21 de janeiro de 1861.
“Landell de Moura não inventou somente o rádio, mas o telefone sem fio que nada mais é do que o celular atual, a ressonância magnética e vários outros de igual relevância para a humanidade e, na ocasião, era taxado de louco, bruxo, praticante do espiritismo e parte com o demônio”, explica o autor.
O livro conta quem foi o professor Edgard Roquette-Pinto, brasileiro que deu ao país a sua primeira emissora de rádio, além de ter sido médico, antropólogo, etnólogo, poeta e escritor, tendo sido o autor do primeiro estudo do índio brasileiro, criando várias obras literárias, da qual o autor destaca “Rondônia”.
Sem a pretensão de contar a história do Rádio brasileiro, porém, após vários anos de pesquisas, estudos, palestras, entrevistas, Reynaldo C. Tavares (foto), compilou dados que interessam diretamente aos antigos e atuais profissionais do Rádio, estudantes, professores, alunos e público em geral, uma vez que não há por parte do autor, a intenção em produzir um "Best Seller".
A obra de Tavares é de consulta e saudades, já que o livro foi concebido desde o invento, a criação e sua implantação no Brasil e no mundo, desmistificando uma polêmica que, até há pouco tempo, creditava esse invento ao físico Italiano Guglelmo Marconi, quando, na verdade, essa glória comprovadamente pertence a um padre brasileiro, Roberto Landell de Moura, gaúcho, nascido em Porto Alegre, no dia 21 de janeiro de 1861.
“Landell de Moura não inventou somente o rádio, mas o telefone sem fio que nada mais é do que o celular atual, a ressonância magnética e vários outros de igual relevância para a humanidade e, na ocasião, era taxado de louco, bruxo, praticante do espiritismo e parte com o demônio”, explica o autor.
O livro conta quem foi o professor Edgard Roquette-Pinto, brasileiro que deu ao país a sua primeira emissora de rádio, além de ter sido médico, antropólogo, etnólogo, poeta e escritor, tendo sido o autor do primeiro estudo do índio brasileiro, criando várias obras literárias, da qual o autor destaca “Rondônia”.
Roquette-Pinto igualmente deu sua contribuição ao cinema juntamente com Humberto Mauro, dirigindo filmes e roteiros que ele mesmo produzia. Em 1937, produziu e dirigiu o filme “O Descobrimento do Brasil”.
Da mesma maneira, é retratado Ademar Casé que foi, não só o avô da atriz Regina Casé, mas principalmente o homem que deu vida ao veículo e descobriu, por intermédio do seu programa, a maioria dos artistas de Rádio, entre os quais, Carmen Miranda, Henrique F. Domingues - Almirante, Noel Rosa, Francisco Alves e muitos outros.
A trajetória das Rainhas do Rádio e suas respectivas eleições é igualmente retratada com grande ênfase, oferecendo ao leitor um panorama completo daqueles eventos.
Como o Brasil sediará, em junho de 2014, a Copa do Mundo de Futebol, o autor não se esqueceu de mencionar a 1ª transmissão internacional desse esporte, em 1938, quando Gagliano Neto irradiou diretamente da França, aquela importante disputa em que o Brasil chegou às finais e foi derrotado pela Itália por 2 x 1.
O autor ainda recorda que “em 1958, levantamos pela primeira vez o caneco de Campeões do Mundo de Futebol, na Suécia, e isso já aconteceu cinco vezes e para os apaixonados pelo esporte, além de contar como foram essas copas, nos CDs que acompanham a obra, estão todas as campanhas do Brasil até a Copa de 2000. Resta-nos uma grande esperança no que acontecerá, no mesmo Maracanã, em 2014”.
Da mesma maneira, é retratado Ademar Casé que foi, não só o avô da atriz Regina Casé, mas principalmente o homem que deu vida ao veículo e descobriu, por intermédio do seu programa, a maioria dos artistas de Rádio, entre os quais, Carmen Miranda, Henrique F. Domingues - Almirante, Noel Rosa, Francisco Alves e muitos outros.
A trajetória das Rainhas do Rádio e suas respectivas eleições é igualmente retratada com grande ênfase, oferecendo ao leitor um panorama completo daqueles eventos.
Como o Brasil sediará, em junho de 2014, a Copa do Mundo de Futebol, o autor não se esqueceu de mencionar a 1ª transmissão internacional desse esporte, em 1938, quando Gagliano Neto irradiou diretamente da França, aquela importante disputa em que o Brasil chegou às finais e foi derrotado pela Itália por 2 x 1.
O autor ainda recorda que “em 1958, levantamos pela primeira vez o caneco de Campeões do Mundo de Futebol, na Suécia, e isso já aconteceu cinco vezes e para os apaixonados pelo esporte, além de contar como foram essas copas, nos CDs que acompanham a obra, estão todas as campanhas do Brasil até a Copa de 2000. Resta-nos uma grande esperança no que acontecerá, no mesmo Maracanã, em 2014”.
A obra retrata os grandes animadores de auditório, entre os quais Paulo Gracindo, Manoel Barcelos, Randal Juliano, Blota Júnior, Nelson de Oliveira, Silvio Santos e Cesar de Alencar, bem como os narradores esportivos, sem deixar de contar a história de Nicolau Tuma, cognominado o “speaker metralhadora”. Tuma conseguia transmitir 250 palavras por minuto e foi o criador da expressão “RADIALISTA”.
Fala também de locutores de radio-teatro, radionovelas, humorísticos e a biografia dos grandes produtores de programas radiofônicos como Antônio Maria, Haroldo Barbosa, Guiarone, Max Nunes, Oswaldo Molles, Otávio Gabus Mendes, Vicente Leporace, Manoel de Nóbrega, Chacrinha e vários outros, sem deixar de mencionar os nomes de Hebe Camargo e Joelmir Beting que, embora falecidos recentemente, gozam de enorme prestígio junto ao público radiouvinte.
Essa foi a forma que o autor encontrou para homenageá-los, contando um pouco da existência de cada um, que poderá ser guardada no arquivo pessoal de seus admiradores.
A Jovem Guarda comandada por Antônio Aguillar também é retratada tal qual aconteceu na época daquele movimento, bem como a Bossa-Nova e a música sertaneja que, com a simplicidade dos nossos intérpretes e contadores de “causos”, fazem sucesso até nossos dias. Um bom exemplo dessa colocação é a dupla Tonico e Tinoco, Alvarenga e Ranchinho, Jararaca e Ratinho, Cornélio Pires, Manezinho Araújo e mais recentemente Rolando Boldrim, não no rádio mas na televisão, com o Senhor Brasil.
Estão também relacionadas todas as emissoras AM, em ordem cronológica, que se implantaram no país a partir de 1923, uma vez que, em 1922, na Exposição do Centenário da Independência do Brasil, na antiga capital da república, foi realizada, com muito sucesso e a presença de duas emissoras radiofônicas trazidas dos EUA como demonstração do veículo.
Centenas de fotografias ilustram o texto e, como endosso de tudo que é contado, trazem dois CDs (como brinde cultural) para ratificar o que era o Rádio desde seu início. É a história do Brasil contada pelo rádio, uma vez que a televisão, a internet e os modernos sistemas de comunicações, vieram muitos anos após a consagração do Rádio que era espetáculo, informação e cultura.
Basta que o leitor se atenha ao sumário, no qual encontrará os sete capítulos da obra, incluindo a participação do Brasil na II Grande Guerra Mundial, ao lado dos países que lutavam pela democracia, quando internamente vivíamos uma ditadura imposta por Getúlio Vargas.
A PAULUS Editora preocupada em manter seus leitores sempre atualizados prepara-se para lançar a 3ª Edição, revista e atualizada, do livro Histórias que o Rádio não contou - do galena ao digital, desvendando a radiodifusão no Brasil e no mundo. O lançamento e noite de autógrafos com o autor, Reynaldo C. Tavares, será realizado em maio (ainda sem data definida), no auditório da FAPCOM - Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, em São Paulo/SP.
Fala também de locutores de radio-teatro, radionovelas, humorísticos e a biografia dos grandes produtores de programas radiofônicos como Antônio Maria, Haroldo Barbosa, Guiarone, Max Nunes, Oswaldo Molles, Otávio Gabus Mendes, Vicente Leporace, Manoel de Nóbrega, Chacrinha e vários outros, sem deixar de mencionar os nomes de Hebe Camargo e Joelmir Beting que, embora falecidos recentemente, gozam de enorme prestígio junto ao público radiouvinte.
Essa foi a forma que o autor encontrou para homenageá-los, contando um pouco da existência de cada um, que poderá ser guardada no arquivo pessoal de seus admiradores.
A Jovem Guarda comandada por Antônio Aguillar também é retratada tal qual aconteceu na época daquele movimento, bem como a Bossa-Nova e a música sertaneja que, com a simplicidade dos nossos intérpretes e contadores de “causos”, fazem sucesso até nossos dias. Um bom exemplo dessa colocação é a dupla Tonico e Tinoco, Alvarenga e Ranchinho, Jararaca e Ratinho, Cornélio Pires, Manezinho Araújo e mais recentemente Rolando Boldrim, não no rádio mas na televisão, com o Senhor Brasil.
Estão também relacionadas todas as emissoras AM, em ordem cronológica, que se implantaram no país a partir de 1923, uma vez que, em 1922, na Exposição do Centenário da Independência do Brasil, na antiga capital da república, foi realizada, com muito sucesso e a presença de duas emissoras radiofônicas trazidas dos EUA como demonstração do veículo.
Centenas de fotografias ilustram o texto e, como endosso de tudo que é contado, trazem dois CDs (como brinde cultural) para ratificar o que era o Rádio desde seu início. É a história do Brasil contada pelo rádio, uma vez que a televisão, a internet e os modernos sistemas de comunicações, vieram muitos anos após a consagração do Rádio que era espetáculo, informação e cultura.
Basta que o leitor se atenha ao sumário, no qual encontrará os sete capítulos da obra, incluindo a participação do Brasil na II Grande Guerra Mundial, ao lado dos países que lutavam pela democracia, quando internamente vivíamos uma ditadura imposta por Getúlio Vargas.
A PAULUS Editora preocupada em manter seus leitores sempre atualizados prepara-se para lançar a 3ª Edição, revista e atualizada, do livro Histórias que o Rádio não contou - do galena ao digital, desvendando a radiodifusão no Brasil e no mundo. O lançamento e noite de autógrafos com o autor, Reynaldo C. Tavares, será realizado em maio (ainda sem data definida), no auditório da FAPCOM - Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação, em São Paulo/SP.
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