Jornalista Reynaldo Castilho Tavares morre aos 89 anos
O jornalista Reynaldo Castilho Tavares morreu no início da noite desta quarta-feira (29), aos 89 anos, em razão de complicações cardiorrespiratórias. O velório será realizado nesta sexta-feira (1º), a partir das 9h30, no Cemitério da Saudade "Assunção", na avenida da Saudade, s/no., em Santo André, no ABC Paulista. O sepultamento será às 11h, no mesmo local.
Nascido em Santos no dia 30 de junho de 1928, Tavares foi um dos fundadores da Rádio Tribuna AM, em 1961, e criador do curso de radialista no SENAC São Paulo, na década de 80. Bacharel em Ciências Sociais, jornalista, publicitário, radialista, escritor, pesquisador, memorialista e professor universitário na cadeira de Rádioteleeducação, além de membro da Academia Paulista de Jornalismo, foi autor do livro "Histórias Que O Rádio Não Contou", em sua 3ª edição, com detalhes interessantes e importantes sobre a trajetória do Rádio no Brasil.
Atuou por mais de 60 anos com comunicação, tanto impressa quanto eletrônica. Tavares implantou o "Serviço de Utilidade Pública" pelo Rádio no Estado de São Paulo e o "Rádio Laboratório", criando oportunidades de trabalho aos estudantes de radialismo.
Mais de 50 rádios são convidadas para o último mutirão AM/FM do ano em Brasília
O ano termina com mais um mutirão da migração do rádio AM para o FM, promovido pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). Na próxima quarta-feira (6), cerca de 50 emissoras de todo o Brasil estarão reunidas em Brasília para assinar termo aditivo de adaptação de outorga, uma das últimas etapas do processo de migração. A cerimônia de assinatura será na sede do MCTIC, às 10h e terá a presença do ministro Gilberto Kassab.
Em 2017, o mutirão da migração passou pelos estados da Bahia, Rio Grande do Sul, Pará, Paraná, Minas Gerais, Goiás, Tocantins, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Mais de 600 emissoras de rádio já assinaram o contrato para a nova outorga. As emissoras de rádio que já migraram para o FM comemoram o resultado.
O diretor geral da ABERT Luis Roberto Antonik ressalta que a migração do AM/FM tem inúmeros benefícios para o radiodifusor e para o ouvinte. “Operar em FM significa que a emissora de rádio está oferecendo ao seu consumidor um produto de melhor qualidade, com som limpo, sem interferências e com a possibilidade de a emissora ser inserida nos aparelhos de celulares com chip de FM. Com isso, a audiência aumenta e, consequentemente, o número de anunciantes na emissora tende a crescer”, disse.
Quase 1,5 mil rádios AM das 1781 existentes no Brasil solicitaram a migração para o FM. Nesta primeira etapa, cerca de mil emissoras poderão operar na faixa atual de FM, de 88 a 108 MHz. As demais emissoras terão que esperar concluir o processo de digitalização da TV para liberação da faixa estendida, de 76 até 108 MHz.
Após a migração e o início da transmissão em FM, as emissoras de rádio têm 180 dias para devolver o canal AM.
Com informações da ABERT


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