RÁDIOS SE PREOCUPAM COM ECOLOGIA E SUSTENTABILIDADE DO PLANETA
Em 2010, o “Estação Sustentável” também aconteceu em várias praias do Norte do Estado e divulgou aos turistas e capixabas atitudes simples mas que fazem toda a diferença. “Distribuímos sacolas de lixo oxibiodegradáveis para deixar as praias mais limpas.
SÃO OS VOTOS DA RADIO MUSIC STAR WEB DIGITAL ESTÉREO
E DE PAULO SILVA E SUA EQUIPE
Ações de conscientização, preservação e experiências que provam que podemos fazer a diferença para o meio ambiente.
Essa é a temática do Projeto “Estação Sustentável”, promovido pelas Rádios Litoral FM, Linhares e Gazeta FM. Serão realizados dois dias “D” para promover o projeto: em Regência, Linhares, no dia 28 de janeiro e, em Guriri, São Mateus, no dia 04 de fevereiro.
Essa é a temática do Projeto “Estação Sustentável”, promovido pelas Rádios Litoral FM, Linhares e Gazeta FM. Serão realizados dois dias “D” para promover o projeto: em Regência, Linhares, no dia 28 de janeiro e, em Guriri, São Mateus, no dia 04 de fevereiro.
Em 2010, o “Estação Sustentável” também aconteceu em várias praias do Norte do Estado e divulgou aos turistas e capixabas atitudes simples mas que fazem toda a diferença. “Distribuímos sacolas de lixo oxibiodegradáveis para deixar as praias mais limpas.
E todo o lixo devidamente separado era trocado por um suco ou chá. As crianças também aprenderam a diferença dos lixos e ajudaram na coleta. Queremos repetir a ação para incentivarmos cada vez mais a conscientização”, relembra o assistente de marketing da Regional Norte, Elieldo Ebani.
O projeto é uma realização das rádios Litoral FM Linhares e Gazeta FM com a parceria do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE), Projeto Tamar, Ecocidadania, Tetra-Park e a SABB Coca-Cola como patrocinador exclusivo.
FONTE : SOU DO RADIO
Mesmo com o fim da Oi FM rádios customizadas não desiste do dial
Seis anos após ir ao ar, rádio não deu o retorno esperado, o que não vale para Mitsubishi, SulAmerica e Nestlé
A audiência devia ser desprezível quando a Oi FM colocou no ar, na noite do dia 31 de dezembro, minutos antes da virada, sua última música. Em seguida, à 0h do dia 1º de janeiro de 2012, saiu do ar em São Paulo, Rio de Janeiro,Belo Horizonte,Campinas, Porto Alegre, Ribeirão Preto e Recife.
Foi o fim da primeira rádio customizada do País, inaugurada em 2005. O motivo a operadora de celular credita ao novo planejamento e à estratégia de marketing para 2012. “Ainda não temos um planejamento definido e detalhado”, disse a empresa, por meio da assessoria de imprensa, acrescentando que a rádio continua na internet.
No mercado, comenta-se que o investimento da Oi era muito para pouco retorno. Diferente das outras, a Oi fez contratos com emissoras locais para, de certa forma, alugar toda a programação. Essa estrutura, segundo profissionais de rádio, é mais cara que o modelo das outras customizadas, como a Mitsubishi, de São Paulo.
O contrato das outras é semelhante ao “naming righ”, que se discute para arenas da Copa do Mundo de 2014.“É um contrato de patrocínio”, diz Zeca Vieira, diretor de marketing da SulAmérica Seguros e Previdência, que mantém a SulAmérica Trânsito, em SãoPaulo,e a SulAmérica Paradiso, no Rio de Janeiro.
A Oi FM vendia anúncios e também fazia propaganda de seus produtos. Por meio de serviços interativos, a ideia era incentivar o uso do celular: o ouvinte e cliente Oi poderia enviar mensagens de texto para dar opinião sobre a programação, pedir e dedicar músicas. Como era pago, o serviço não pegou.
“Rádios customizadas dão certo quando têm ligação com o produto ou quando o ouvinte e o consumidor são os mesmos”, diz Eduardo Tomiya,diretor geral da Brand Analytics. Em muitas praças, a rádio chegou antes mesmo de o serviço de telefonia da empresa se tornar popular.
“O posicionamento jovem era bem fundamentado no Rio. Mas em outras cidades ele não havia sido construído, simplesmente porque o serviço estava começando”, diz Tomiya.
A Nestlé, que estreou sua rádio 89 FastFM em 27 de fevereiro de 2011, aposta nessa extensão de posicionamento.
Fast é o nome de sua marca de bebidas lácteas. O objetivo da rádio é aproximar a linha de seu público: jovens com mais de 18 anos e dia a dia dinâmico, o mesmo grupo que compõe a audiência da emissora, a antiga 89 Rádio Rock. As vendas da bebida, por ora, vão bem: cresceram 13,5% em volume de janeiro a agosto de 2011, segundo a Nielsen.
A audiência devia ser desprezível quando a Oi FM colocou no ar, na noite do dia 31 de dezembro, minutos antes da virada, sua última música. Em seguida, à 0h do dia 1º de janeiro de 2012, saiu do ar em São Paulo, Rio de Janeiro,Belo Horizonte,Campinas, Porto Alegre, Ribeirão Preto e Recife.
Foi o fim da primeira rádio customizada do País, inaugurada em 2005. O motivo a operadora de celular credita ao novo planejamento e à estratégia de marketing para 2012. “Ainda não temos um planejamento definido e detalhado”, disse a empresa, por meio da assessoria de imprensa, acrescentando que a rádio continua na internet.
No mercado, comenta-se que o investimento da Oi era muito para pouco retorno. Diferente das outras, a Oi fez contratos com emissoras locais para, de certa forma, alugar toda a programação. Essa estrutura, segundo profissionais de rádio, é mais cara que o modelo das outras customizadas, como a Mitsubishi, de São Paulo.
O contrato das outras é semelhante ao “naming righ”, que se discute para arenas da Copa do Mundo de 2014.“É um contrato de patrocínio”, diz Zeca Vieira, diretor de marketing da SulAmérica Seguros e Previdência, que mantém a SulAmérica Trânsito, em SãoPaulo,e a SulAmérica Paradiso, no Rio de Janeiro.
A Oi FM vendia anúncios e também fazia propaganda de seus produtos. Por meio de serviços interativos, a ideia era incentivar o uso do celular: o ouvinte e cliente Oi poderia enviar mensagens de texto para dar opinião sobre a programação, pedir e dedicar músicas. Como era pago, o serviço não pegou.
“Rádios customizadas dão certo quando têm ligação com o produto ou quando o ouvinte e o consumidor são os mesmos”, diz Eduardo Tomiya,diretor geral da Brand Analytics. Em muitas praças, a rádio chegou antes mesmo de o serviço de telefonia da empresa se tornar popular.
“O posicionamento jovem era bem fundamentado no Rio. Mas em outras cidades ele não havia sido construído, simplesmente porque o serviço estava começando”, diz Tomiya.
A Nestlé, que estreou sua rádio 89 FastFM em 27 de fevereiro de 2011, aposta nessa extensão de posicionamento.
Fast é o nome de sua marca de bebidas lácteas. O objetivo da rádio é aproximar a linha de seu público: jovens com mais de 18 anos e dia a dia dinâmico, o mesmo grupo que compõe a audiência da emissora, a antiga 89 Rádio Rock. As vendas da bebida, por ora, vão bem: cresceram 13,5% em volume de janeiro a agosto de 2011, segundo a Nielsen.
A SulAmérica, por sua vez, acredita em uma relação estreita entre meio de comunicação e produto para suportar o projeto.
No Rio, o foco da Paradiso é promover seguros de previdência, saúde, odontológicos. “Se o programa fala de vida cultural, shows, eventos, o patrocinador são os planos de previdência. Um programa sobre qualidade de vida é ligado ao seguro-saúde”, explica Vieira.
Retorno. Em São Paulo, a SulAmérica Trânsito ajuda a encontrar caminhos alternativos na caótica capital.“Até a inauguração, em fevereiro de 2007, nossa marca era a quarta ou quinta mais lembrada, embora fôssemos a segunda maior seguradora de automóveis”, diz o executivo.
Hoje, sua popularidade é proporcional ao seu tamanho.
“Com certeza, é um projeto que paga o investimento”, diz ele, que não diz quanto da verba de R$ 65 milhões para marketing em 2011 foi para as FMs.
No Rio, o foco da Paradiso é promover seguros de previdência, saúde, odontológicos. “Se o programa fala de vida cultural, shows, eventos, o patrocinador são os planos de previdência. Um programa sobre qualidade de vida é ligado ao seguro-saúde”, explica Vieira.
Retorno. Em São Paulo, a SulAmérica Trânsito ajuda a encontrar caminhos alternativos na caótica capital.“Até a inauguração, em fevereiro de 2007, nossa marca era a quarta ou quinta mais lembrada, embora fôssemos a segunda maior seguradora de automóveis”, diz o executivo.
Hoje, sua popularidade é proporcional ao seu tamanho.
“Com certeza, é um projeto que paga o investimento”, diz ele, que não diz quanto da verba de R$ 65 milhões para marketing em 2011 foi para as FMs.
Fonte: Estado de S. Paulo
Radialista é morto após receber ameaças de traficantes na Bahia
O radialista Laércio de Souza, foi assassinado a tiros no município de Simões Filho, na Bahia, na tarde de terça-feira (3). Segundo informações da polícia, o profissional, que trabalhava em um programa político na rádio Sucesso FM de Camaçari, recebeu ameaças de traficantes antes de ser morto.
Relatos de testemunhas afirmam que Souza acompanhava as obras em um terreno de sua propriedade quando dois homens chegaram e atiraram. O jornalista morreu no local depois de ser atingido por três tiros.
As autoridades ainda não sabem informar os motivos do crime, mas, de acordo com um jornal, as apurações iniciais apontam que os traficantes da região "estariam insatisfeitos com os projetos sociais que o jornalista pretendia realizar na comunidade".
Profissionais e veículos de comunicação têm sido alvos cada vez mais freqüentes do narcotráfico e do crime organizado, sempre que ameaçados por notícias investigativas e de denúncia.
Relatos de testemunhas afirmam que Souza acompanhava as obras em um terreno de sua propriedade quando dois homens chegaram e atiraram. O jornalista morreu no local depois de ser atingido por três tiros.
As autoridades ainda não sabem informar os motivos do crime, mas, de acordo com um jornal, as apurações iniciais apontam que os traficantes da região "estariam insatisfeitos com os projetos sociais que o jornalista pretendia realizar na comunidade".
Profissionais e veículos de comunicação têm sido alvos cada vez mais freqüentes do narcotráfico e do crime organizado, sempre que ameaçados por notícias investigativas e de denúncia.
Artistas terão espaço na grade das emissoras de Rádios Paraibanas
As emissoras de rádio AM e FM que atuam no Estado terão de destinar 10% da grade musical de cada programa à divulgação de trabalhos e obras de músicos e compositores paraibanos. A autoria da iniciativa - Lei nº 9.650, de 29 de dezembro de 2011 – é do deputado Anísio Maia (PT), foi sancionada pelo governador Ricardo Coutinho e publicada na edição do Diário Oficial no dia seguinte (30), devendo entrar em vigor no prazo de 60 dias. A medida repercutiu favoravelmente no meio artístico. “Foi uma decisão acertada”, disse, por exemplo, a superintendente da Tabajara, Maria Eduarda (Duda) Santos. “É importante para divulgar e promover o artista”, afirmou a presidente da Associação das Emissoras de Radiodifusão da Paraíba (Asserp), Marilana Mota, enquanto para o instrumentista Sandoval Moreno “é fantástica e excelente”, prevendo maior valorização da classe do músico. Já a cantora Maria Juliana considerou “uma boa idéia”, com a perspectiva de ampliar o espaço de divulgação, inclusive dos artistas surgidos principalmente nas duas últimas décadas.
Ao elogiar o ato de sanção da lei, a superintendente da Rádio Tabajara, Maria Eduarda, (foto) disse que “o governador Ricardo Coutinho está pensando em valorizar a nossa cultura”. Duda lembrou que a iniciativa também vai ao encontro do papel que a emissora oficial do Governo da Paraíba vem desempenhando desde que ela assumiu o cargo, de tocar a música paraibana, destinando – inclusive – um espaço acima dos 10% na grade, dentro da proposta do slogan “O som do novo tempo”. Nesse sentido, informou que a FM 105.5 dedica entre 20% a 25% da programação para tocar música paraibana, enquanto na AM 1110 o índice chega a cerca de 20%.
“O artista da terra tem prioridade e sempre o espaço nesta casa, que é a casa da nossa cultura. O músico da terra, caso tenha gravado em uma grande gravadora, ou não, se tiver qualidade, o trabalho será divulgado”, afirmou Maria Eduarda, referindo-se à Tabajara, salientando que a nova lei contribuirá ainda mais para a valorização da música paraibana.
A mesma linha de raciocínio da valorização do músico paraibano também foi seguida pela presidente da Associação das Emissoras de Radiodifusão da Paraíba (Asserp), Marilana Mota. “A lei é importante porque incentiva, divulga e promove a música paraibana. A iniciativa deve ampliar a divulgação do trabalho dos novos músicos, que ainda precisam de espaço para que suas músicas sejam tocadas. Agora, é necessário que as rádios se disponham a cumprir essa medida”, declarou ela.
O instrumentista Sandoval Moreno também prevê que a nova lei – a qual, a propósito, inclui trabalhos e obras musicais de qualquer gênero, de músicos, cantores/as e/ou compositores nascidos/as e/ou radicados/as na Paraíba - propiciará mais valorização para o trabalho do músico paraibano. “Só atitudes como esta valorizam mais a classe do músico”, prosseguiu ele, para quem “o artista ficará mais em evidência”. Outro efeito que esse trombonista espera é o de que haja o lançamento, pelos órgãos públicos, de mais editais de fomento à música paraibana.
Já na opinião da cantora e compositora Maria Juliana, “a iniciativa é legal e muito boa, porque deverá possibilitar a chance não apenas da divulgação dos músicos paraibanos já de renome nacional, mas de ser um espaço para que o trabalho dos artistas mais novos, principalmente os que apareceram a partir dos anos 1990 para cá, seja tocado nas rádios”. Ela acrescentou que, no momento, muitas emissoras têm divulgado mais as músicas de artistas já consagrados nacionalmente.
“Apesar de estarem aparecendo vários cantores paraibanos por meio da Internet, You Tube e My Space, nem todos têm acesso a esses meios digitais para conhecer o trabalho que está sendo produzido no Estado. Por isso, acho que a medida é mais democrática, pois as músicas vão ser ouvidas pelo cidadão que não têm acesso aquelas ferramentas digitais”, concluiu Maria Juliana.
Fonte: Folha do Sertão
Ao elogiar o ato de sanção da lei, a superintendente da Rádio Tabajara, Maria Eduarda, (foto) disse que “o governador Ricardo Coutinho está pensando em valorizar a nossa cultura”. Duda lembrou que a iniciativa também vai ao encontro do papel que a emissora oficial do Governo da Paraíba vem desempenhando desde que ela assumiu o cargo, de tocar a música paraibana, destinando – inclusive – um espaço acima dos 10% na grade, dentro da proposta do slogan “O som do novo tempo”. Nesse sentido, informou que a FM 105.5 dedica entre 20% a 25% da programação para tocar música paraibana, enquanto na AM 1110 o índice chega a cerca de 20%.
“O artista da terra tem prioridade e sempre o espaço nesta casa, que é a casa da nossa cultura. O músico da terra, caso tenha gravado em uma grande gravadora, ou não, se tiver qualidade, o trabalho será divulgado”, afirmou Maria Eduarda, referindo-se à Tabajara, salientando que a nova lei contribuirá ainda mais para a valorização da música paraibana.
A mesma linha de raciocínio da valorização do músico paraibano também foi seguida pela presidente da Associação das Emissoras de Radiodifusão da Paraíba (Asserp), Marilana Mota. “A lei é importante porque incentiva, divulga e promove a música paraibana. A iniciativa deve ampliar a divulgação do trabalho dos novos músicos, que ainda precisam de espaço para que suas músicas sejam tocadas. Agora, é necessário que as rádios se disponham a cumprir essa medida”, declarou ela.
Já na opinião da cantora e compositora Maria Juliana, “a iniciativa é legal e muito boa, porque deverá possibilitar a chance não apenas da divulgação dos músicos paraibanos já de renome nacional, mas de ser um espaço para que o trabalho dos artistas mais novos, principalmente os que apareceram a partir dos anos 1990 para cá, seja tocado nas rádios”. Ela acrescentou que, no momento, muitas emissoras têm divulgado mais as músicas de artistas já consagrados nacionalmente.
“Apesar de estarem aparecendo vários cantores paraibanos por meio da Internet, You Tube e My Space, nem todos têm acesso a esses meios digitais para conhecer o trabalho que está sendo produzido no Estado. Por isso, acho que a medida é mais democrática, pois as músicas vão ser ouvidas pelo cidadão que não têm acesso aquelas ferramentas digitais”, concluiu Maria Juliana.
Fonte: Folha do Sertão
Empresas Claro, Coca-Cola e Skol podem estar na disputa da vaga da Oi FM
A saída da Oi FM das frequências operadas pelo Grupo Bel deixou espaços vagos em algumas das principais praças do país. Por ora, está no ar a Rádio Verão FM, que deve ser substituída até o final da estação.
Especula-se que a nova rádio seja formada nos mesmos moldes da Oi (que agora só atua na internet), ou seja, sob responsabilidade de alguma marca - como acontece com Mitsubishi FM, Rádio Fast 89 e SulAmerica Trânsito, por exemplo.
Três empresas estariam na disputa: Claro, Coca-Cola e Skol. As duas primeias, consultadas pelo Adnews, disseram que a informação "não procede", já a marca de cervejas não respondeu até o fechamento desta matéria. A reportagem também tentou contatar o Grupo Bel, mas não obteve retorno.
Especula-se que a nova rádio seja formada nos mesmos moldes da Oi (que agora só atua na internet), ou seja, sob responsabilidade de alguma marca - como acontece com Mitsubishi FM, Rádio Fast 89 e SulAmerica Trânsito, por exemplo.
Três empresas estariam na disputa: Claro, Coca-Cola e Skol. As duas primeias, consultadas pelo Adnews, disseram que a informação "não procede", já a marca de cervejas não respondeu até o fechamento desta matéria. A reportagem também tentou contatar o Grupo Bel, mas não obteve retorno.
Estão em jogo as sete cidades onde a Rádio Verão funciona provisoriamente: Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Belo Horizonte (MG), Recife (PE) e Rio de Janeiro (RJ).
Fonte: AdNews
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